Atividades Sugeridas para Trabalhar com Deficiência Intelectual.
Os Blocos Lógicos sugeridos no Blog, são atividades que na forma lúdica, o professor trabalha com diferentes conceitos sem que a criança sinta-se cobrada ou pressionada. Sua participação direta na construção de conceitos, é algo que facilita para que os mesmo sejam internlizados.
Os objetivos com o uso dos blocos lógicos são facilmente alcançados, por tratar-se de uma metodologia moderna e de fácil compreensão, onde o aluno interage ativamente.
Na busca de novas abordagens para trabalhar, com figuras geométricas planas,diferentes formas, cores, espessuras, tamanhos e sequencias lógicas, seu uso é indicado e tem-se obtido bons resultados quando aplicado no caso de crianças com DI. O video apresenta-se com instruções de aplicabilidade auto explicativo, sendo assim convido as colegas apreciarem seu desenrolar que é bem interessante e convidativo. O Tangram é também um jogo milenar que se for bem utilizado traz uma riqueza de propostas que valem a pena ser conferido e que todas façam bom uso em suas propostas no trabalho com crianças com DI. O objetivo de qualquer quebra cabeça é principalmente trabalhar o raciocínio lógico, sua capacidade de análise e sintese tão necessários nos casos de crianças com DI.
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
domingo, 8 de setembro de 2013
Tecnologia Assistiva - DF
Tecnologia Assistiva
Tecnologias
assistivas é uma área do conhecimento, com caraterística;
interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias,
estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a
funcionalidade , relacionada à atividades e participação de
pessoas com deficiências, incapacidades ou mobilidade reduzida,
visando a autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão
social. (CAT- Comitê Brasileiro de Tecnologias Assistivas- Portaria
n° 142 de 16 de novembro de 2006)
Produtos,
recursos e metodologias
No mercado existe uma infinidade de produtos e recursos
que podem variar de uma simples prancha de comunicação a um
complexo sistema computadorizado, softwares e hardwares especiais,
que contemplam questões de acessibilidade, dispositivos para
adequação da postura, recursos para mobilidade manual, equipamentos
de comunicação alternativa, acionadores, materiais protéticos
disponíveis no comercio e vários outros itens confeccionados
artesanalmente ou ainda feito adaptações necessárias para atender
cada especificidade. O professor pode confeccionar caixas de areia
(facilita a escrita) ou caixas de antecipação que podem ser
utilizadas com alunos que não possuem sistema formal de comunicação.
As caixas de antecipação feita com objetos concretos (escova de
dentes) colados em placas de madeira ou papelão e referem-se a
objetos de referência usadas para antecipar uma atividade de rotina,
refeição,(talheres) recreação (bola) e outros.
É indispensável uma boa adequação postural para a
realização das atividades em sala de aula. Para tanto, materiais e
cadeiras adaptadas com apoio dos pés e cabeça cinto torácico,e
bandeja adicional são usadas tanto na deficiência física como nas
associadas a outras deficiências. A adequação postural implica a
obtenção de um mobiliário adequado, portanto é preciso
conhecimento das necessidades e planejamento na aquisição, uso, e
observação dos resultados vez que estas poderão se constituir em
grandes barreiras para o aprendizado, pois além do acesso aos
espaços é importante que a escola proporcione condições básicas
de conforto e segurança favorecendo a participação do aluno, nas
diversas atividades como culturais,esportivas, laboratoriais e
sociais. No que se refere ao conceito de mobilidade estes devem ser
projetados pensando na possibilidade de deslocamento com segurança,
com o minimo de esforço possível, no sentido de facilitar o acesso
,que deve ser realizado preferencialmente de forma autônoma. A
legislação brasileira aponta para o direito do cidadão com
deficiência a concessão dos recursos de tecnologia assistiva dos
quais necessita..Neste sentido alguns passos importantes estão se
concretizando embora muito, ainda deve ser feito. O Decreto n°3298
de 1999,art.19 fala do direito do cidadão brasileiro com deficiência
às ajudas técnicas. Nele consta que:
Consideram-se
ajudas técnicas, para efeitos deste decreto,os elementos que
permitem compensar uma ou mais limitações
funcionais motoras,sensoriais ou mentais dapessoa portadora de deficiência, com
o objetivo de permitir-lhe superar barreiras da comunicação ou mobilidade e de
possibilitar sua plena inclusão (Brasil. Decreto n° 3.298,de 20 de Dezembro de 1999)
Na apresentação das ferramentas e ajudas técnicas
que atendem as necessidades de aquisição, adaptação, de recursos
para alunos em processo de desenvolvimento o professor deve entender
a situação, planejar e construir o objeto para posteriormente
acompanhar e avaliar o uso de cada ideia gerada.
As figuras a seguir representam as ajudas técnicas:
Bola com lápis
Adaptador/Engrossador de lápis
Aranha-mola
Plano inclinado
Tesoura adaptada
Tesoura adaptada
Adaptador/Engrossador de pincel
Andador com freio nas mãos com cesta afixada na frente
Andador para empurrar bola
Mouse acionador
segunda-feira, 8 de julho de 2013
AEE-Finalização-Roserice
AEE- Fechamento-Roserice
Iniciar o trabalho de atendimento do aluno exige do
professor de AEE, a arte de saber ouvir e sensibilidade para observar, colhendo
o máximo de dados e informações sobre as queixa trazidas e que sejam referentes
ao aluno. A família, a comunidade, o professor de sala de aula e profissionais
de apoio, são elementos imprescindíveis para que se conheça melhor a situação
real de cada criança. Toda ação realizada sem um prévio planejamento, torna-se
inviável e impraticável, dai a necessidade de planejar e só se pode planejar
embasado em conhecimento prévio do caso, encima de dados coletados, que serão usados
no desenvolvimento do plano pode-se utilizar nesta coleta entrevistas, visitas,
analise de documentos, pareceres pedagógicos e clínicos, avaliação escrita
entre outros.
Movidos por competências, pode-se então construir um
plano com objetivos definidos, que seja exequível, coerente com a busca da
solução do problema, com embasamento nos conhecimentos adquiridos, obedecendo
cada etapa sugerida. Orientados
por estes aspectos, certamente construiremos um plano competente e capaz de
avaliar sua aplicabilidade e funcionalidade. Propor atividades inovadoras
estratégias específicas, com metodologia, recursos e materiais pedagógicos,
tecnológicos e humanos apropriados. Agindo assim será possível saber se este
terá condições ou não de prover e promover as necessidades de cada aluno
na escola, na sala de aula, no AEE, e na família. O plano é para o professor um
norte a seguir com metas traçadas, e que devem ser flexíveis e modificadas
quando se julgar necessário ou quando não lograr êxito.
Ficou visível que na caminhada em favor da educação
especial, segundo (CERTEAU,1994) que devemos investir na possibilidade de
inventar o cotidiano com capacidade criadora para inovar, romper velhos
acordos, resistências, e lugares eternizados na educação. Concluo afirmando que
depende de nós e do compromisso que assumimos com o AEE de seremos
fermentos na massa para que as salas de recursos multifuncionais conquistem
força e credibilidade.
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Direito de Aprender-Instituto Rodrigo Mendes
Uma iniciativa do Instituto Rodrigo Mendes
Acervo de relatos
Os relatos aqui apresentados são de total responsabilidade dos seus autores e devem ser entendidos como uma possível fonte de pesquisa para outros projetos educacionais comprometidos com a educação inclusiva. Não são, portanto, receitas prontas, passíveis de mera replicação com expectativas de um mesmo resultado. As ideias, pensamentos e opiniões expressas nestes relatos não são necessariamente do Instituto Rodrigo Mendes.
Direito de Aprender
28/03/2013| Comente!sobre o Direito de AprenderO Instituto Paradigma em parceria com a Secretaria de Educação da Prefeitura Municipal de Sorocaba (SP) reuniu experiências educacionais inclusivas de sucesso no intuito de compartilhar desafios e as possibilidades da educação inclusiva na rede pública da cidade.
terça-feira, 28 de maio de 2013
Principios da Educação Inclusiva
Princípios
da Educação Inclusiva
Instituto
Rodrigo Mendes
- Toda criança tem o direito de acesso à educação de qualidade na escola regular e de atendimento especializado complementar, de acordo com suas especificidades. Esse direito está em consonância com a “Declaração Universal dos Direitos Humanos” e outras convenções compartilhadas pelos Países Membros das Nações Unidas.
- Toda criança aprende: sejam quais forem as particularidades intelectuais, sensoriais e físicas do educando, partimos da premissa de que todos têm potencial de aprender e ensinar. É papel da comunidade escolar desenvolver estratégias pedagógicas que favoreçam a criação de vínculos afetivos, relações de troca e a aquisição de conhecimento.
- O processo de aprendizagem de cada criança é singular: as necessidades educacionais e o desenvolvimento de cada educando são únicos. Modelos de ensino que pressupõem homogeneidade no processo de aprendizagem e sustentam padrões inflexíveis de avaliação geram, inevitavelmente, exclusão.
- O convívio no ambiente escolar comum beneficia todos: acreditamos que a experiência de interação entre pessoas diferentes é fundamental para o pleno desenvolvimento de qualquer criança ou jovem. O ambiente heterogêneo amplia a percepção dos educandos sobre pluralidade, estimula sua empatia e favorece suas competências intelectuais.
- A educação inclusiva diz respeito a todos: a diversidade é uma característica inerente a qualquer ser humano. É abrangente, complexa e irredutível. Acreditamos, portanto, que a educação inclusiva, orientada pelo direito à igualdade e o respeito às diferenças, deve considerar não somente crianças e jovens tradicionalmente excluídos, mas todos os educandos, educadores, famílias, gestores escolares, gestores públicos, parceiros, etc.
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